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11 fevereiro 2014
07 fevereiro 2014
Perdemos o Nico
Grande pessoa que perdemos, grande artista. Nico Nicolaiewsky.
Lembro que a primeira vez que conversamos foi num show dos Mulheres Negras,
no Santander Cultural.
Impossível não notar a familiaridade do Nico com o humor e originalidade do Mauricio Pereira e do André Abujamra.
Me chamou logo a atenção sua gagueira, que ele fez questão de reafirmar brincando o tempo todo com ela. Era um sujeito agregador, que prestigiava os artistas daqui e fazia questão de tentar aproximações.
Doce pessoa.
Adoro Tangos e Tragédias, como todo mundo. Mas me tocam mesmo os discos solo, lindos e tocantes. Tantos os discos do Nico quanto aquela obra do Hique Gomez, do homem banda.
"Onde está o amor?" nós cantamos alto aqui em casa. Só a mediocridade do esquema das rádios (jabá) para explicar por que várias delas não viraram sucessões.
"Feito um picolé no sol", do primeiro disco, é obra prima.
Nico conheceu o sucesso, e merecia muito mais.
Cedo, cedo demais.
Lembro que a primeira vez que conversamos foi num show dos Mulheres Negras,
no Santander Cultural.
Impossível não notar a familiaridade do Nico com o humor e originalidade do Mauricio Pereira e do André Abujamra.
Me chamou logo a atenção sua gagueira, que ele fez questão de reafirmar brincando o tempo todo com ela. Era um sujeito agregador, que prestigiava os artistas daqui e fazia questão de tentar aproximações.
Doce pessoa.
Adoro Tangos e Tragédias, como todo mundo. Mas me tocam mesmo os discos solo, lindos e tocantes. Tantos os discos do Nico quanto aquela obra do Hique Gomez, do homem banda.
"Onde está o amor?" nós cantamos alto aqui em casa. Só a mediocridade do esquema das rádios (jabá) para explicar por que várias delas não viraram sucessões.
"Feito um picolé no sol", do primeiro disco, é obra prima.
Nico conheceu o sucesso, e merecia muito mais.
Cedo, cedo demais.
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