Raul Seixas falando sobre o que esperava para o ano de 1988. Que registro precioso.
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23 novembro 2012
Crianças perigosas
Raul Seixas falando sobre o que esperava para o ano de 1988. Que registro precioso.
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Raul Seixas
16 novembro 2012
Uma música que me define
Na última madrugada encontrei esta raridade.
Me dei conta que a procurava há mais de 20 anos! Tocava eventualmente na antiga rádio Ipanema, de Porto Alegre, que foi um dia o ponto de encontro de todos os alternativos do planeta.
Sabia que era do Kronos Quartet, mas não a encontrava nos cds do grupo. Descobri que se trata de um cover de uma banda punk dos anos setenta (Television). Contestação e erudição, uma síntese difícil de ser encontrada...
Você sabe o que é ter uma música viva na memória, intensa, mesmo sem ouví-la há mais de uma década?
Pois se uma música pode definir a gente, aí está a minha.
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Kronos Quartet Marquee Moon
15 novembro 2012
O que é a Filosofia?
Milhares de anos depois segue a velha pergunta...
06 novembro 2012
Eleições nos EUA
Me emociona este fervor todo com que muitos jornalistas brasileiros fazem a cobertura das eleições nos Estados Unidos. Muito lindo tudo isto. Via de regra, todos falam a mesma coisa. Se você ler um site qualquer, já leu praticamente tudo que eles dizem ou virão a dizer. Cópia da cópia.
Engraçado este fervor todo com "a maior democracia do mundo".
Hoje pela manhã um jornalista exaltava o fato de que "eles são democratas radicais", porque permitem que qualquer um seja candidato a presidente. Isto é uma falácia, porque a democracia não se resume a nomes que aparecem em uma lista para votar. De que adianta, por exemplo, aparecer um "Elenilton" na cédula de votação se você nunca ouviu falar dele, e nunca saberá quem é ele? E por quê? Porque só tem espaço quem é financiado pelos grandes conglomerados econômicos.
A campanha americana é dominada pelas grandes corporações, que se dividem em apenas dois grandes partidos políticos. As diferenças existem entre eles, mas são mínimas. No frigir dos ovos "tudo vira bosta", como disse a Rita Lee.
É uma democracia de controle, direcionada, como em geral são as democracias pelo mundo. O poder do cidadão comum é quase nulo. Basta surgir um multimilionário como candidato a qualquer coisa, e seu poder é maior do que 50 milhões de pessoas.
O velho poder do capital, a velha fórmula.
Estranho ainda que a cobertura da eleição de outro pais é melhor do que a nossa própria eleição, que se resume a divulgar as tais pesquisas eleitorais.
Há ainda uns chatos conservadores (eu penso aqui no Rio Grande do Sul) que fariam melhor se mudassem para os Estados Unidos. Tudo lá é melhor, mais lindo, perfeito...então por que ainda vivem no Brasil? Talvez porque não queiram se transformar em "chicanos", subempregados num país de alto índice de desemprego.
Engraçado este fervor todo com "a maior democracia do mundo".
Hoje pela manhã um jornalista exaltava o fato de que "eles são democratas radicais", porque permitem que qualquer um seja candidato a presidente. Isto é uma falácia, porque a democracia não se resume a nomes que aparecem em uma lista para votar. De que adianta, por exemplo, aparecer um "Elenilton" na cédula de votação se você nunca ouviu falar dele, e nunca saberá quem é ele? E por quê? Porque só tem espaço quem é financiado pelos grandes conglomerados econômicos.
A campanha americana é dominada pelas grandes corporações, que se dividem em apenas dois grandes partidos políticos. As diferenças existem entre eles, mas são mínimas. No frigir dos ovos "tudo vira bosta", como disse a Rita Lee.
É uma democracia de controle, direcionada, como em geral são as democracias pelo mundo. O poder do cidadão comum é quase nulo. Basta surgir um multimilionário como candidato a qualquer coisa, e seu poder é maior do que 50 milhões de pessoas.
O velho poder do capital, a velha fórmula.
Estranho ainda que a cobertura da eleição de outro pais é melhor do que a nossa própria eleição, que se resume a divulgar as tais pesquisas eleitorais.
Há ainda uns chatos conservadores (eu penso aqui no Rio Grande do Sul) que fariam melhor se mudassem para os Estados Unidos. Tudo lá é melhor, mais lindo, perfeito...então por que ainda vivem no Brasil? Talvez porque não queiram se transformar em "chicanos", subempregados num país de alto índice de desemprego.
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